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segunda-feira, 7 de março de 2011

PLANTÃO DO BLOG: REVISTA ISTO É NÃO CHEGA AS BANCAS

Cobre-se de mistérios a falta de circulação no Estado do Maranhão da revista Isto É, que até agora 14:25 não chegou as bancas em São Luís do Maranhão. Vamos pedir auxílio ao Detetive Froxô do Jornal Pequeno, na elucidação do caso.

SARNEY ALÉM DAS PORTAS FECHADAS

A Veja desta semana espinafra elegantemente o Senador José Sarney. Na matéria o enfoque inicial é dado ao servilismo de Sarney à 12 Presidentes do Brasil. Do reformista João Goulart, aos generais da ditadura, transitando entre a direita e esquerda com desenvoltura Sarney é lembrado como um símbolo do fisiologismo descarado.

Com mais de meio século "operando" dentro de um sistema político corrompido, sujo e viciado onde chegou a Presidência da República, a ideologia de Sarney é considerada com a proximidade do poder.

Na "caixa de ferramentas" deste operário dos escaninhos do poder constam nomeações para cargos estratégicos na máquina pública e integrantes de tribunais superiores. Essas conexões são vitais para sua sobrevivência não só política como pessoal, como lembra na matéria o poeta Ferreira Gullar.

SARNEY O CHANTAGISTA

Para os momentos de crises institucionais, Sarney socorre-se de informações privilegiadas sobre a fragilidade biográficas dos colegas e adversários, munição pesada nas negociações políticas. Resumo da Ópera Sarney é tratado como um chantagista.

SARNEY TIRANO

A revista VEJA mostra que apesar de esconder-se no manto de democrata, Sarney não passa de um tirano como atestam os Estado do Maranhão e Amapá, onde por ironia e coincidência ele conseguiu eleger-se ao longo deste 55 anos.

Embora o título da matéria seja "Eternamente Poderoso" o momento prenuncia o início do fim.

Como diz o ditado "Tudo que sobe, desce", nem que seja para a sepultura.

Até onde vai o tesão de Sarney pelo Poder?

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